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O QUE E UMA WEBRADIO Ligar seu rádio e ouvir uma música pode parecer meio absurdo. Afinal, se até a música brasileira às vezes tem pouco destaque nas rádios, imagine a desse país . Mas, com as webrádios, isso está se tornando possível. Hoje você já pode ligar o seu computador e "sintonizar" uma rádio. Tudo bem, pode não ser seu tipo de música preferido, mas imagine A RADIO CIDADE CUPIRA FM o quão longe ela consegue chegar, mesmo sendo tão específico. Também imagine que o dono dessa rádio não seja um grande empresário, um político ou um líder religioso,e consiga proporcionar uma grande divulgaçao no mundo. A RADIO CIDADE CUPIRA FM vem propor aos seus ouvintes uma inovaçao de grandes novos talentos que queiram se mostrar com os seus trabalhos.
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terça-feira, 25 de julho de 2017

O futuro incerto da Lava Jato



 O recesso de julho em Brasília têm servido para sedimentar, entre os políticos, uma estratégia consistente para dar cabo da Operação Lava Jato. Esqueça as loas públicas – são mentira. A portas fechadas, avançam as articulações para, se não dar fim, ao menos esvaziar as investigações a ponto de se tornarem inócuas.

Tais articulações reúnem tacitamente as lideranças dos maiores partidos (PT, PSDB e PMDB) em torno de um objetivo comum. Elas se dão em três níveis, de modo concomitante: no Congresso, no Executivo e no Judiciário/Ministério Público. Convergem para o mesmo objetivo: arquivar ou paralisar os processos em andamento, aliviar os crimes e evitar novas denúncias contra os principais políticos.
O primeiro teste se dará no Legislativo, com a votação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, prevista para a semana que vem. A oposição não tem os 342 votos necessários para aprová-la. Pretende esvaziar o plenário para evitar ela seja votada. É um cenário que favorece Temer, que continuará no cargo de qualquer forma.

A segunda tacada vem logo em seguida. Está na série de projetos de lei destinados a extinguir punições ou desmontar as bases sobre as quais se apoia a Lava Jato. Os principais destaques dessa ofensiva são as tentativas de anistiar o caixa dois de campanha, a nova lei contra o abuso de autoridades e o novo Código de Processo Penal (CPP).

O projeto de CPP em estudo na Câmara prevê mudanças na lei de delação premiada, no uso de condução coerciva e prisões provisórias. Sempre em defesa dos acusados. Para não falar na célebre “emenda Lula”, o jabuti incluído na proposta de reforma política que tenta impedir a prisão de réus candidatos até oito meses antes da eleição.
 No Executivo, o principal foco das articulações está no ministério da Justiça. O ministro Torquato Jardim já cansou de manifestar críticas à Lava Jato e tentou, embora sem sucesso, mudar a liderança da Polícia Federal (PF). Não é uma coincidência que, depois de submetida a enxugamento de verbas e pessoal, a PF se viu obrigada a desmantelar, no início do mês, o grupo de trabalho da Lava Jato em Curritiba. Há motivos técnicos para justificar a medida. Mesmo assim, ela deixará investigações inconclusas.

Na Justiça, os réus têm acumulado sucessos ao longo do ano. A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) mandou soltar o ex-ministro José Dirceu. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu a chapa Dilma/Temer, eleita em 2014, apesar das evidências eloquentes de dinheiro sujo do petrolão na campanha.

Em decisões individuais, o ministro Marco Aurélio Mello manteve Aécio Neves no Senado, apesar de ele ter sido flagrado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista; e o ministro Edson Fachin mandou soltar o ex-deputado Rodrigo Loures, filmado carregando uma mala com R$ 500 mil em dinheiro vivo.

Mesmo ao validar a delação da JBS, o plenário do Supremo abriu, sorrateiramente, a possibilidade de anulação de delações premiadas – ao usar o termo genérico “ilegalidades”. Até o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que costuma referendar as decisões do juiz Sergio Moro, inocentou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, num caso em que ele fora condenado com base em delações.
 O mandato do procurador-geral Rodrigo Janot acaba em setembro. Sua substituta, Raquel Dodge, já fez críticas aos métodos empregados por Janot, embora tenha refoçado seu compromisso com a Lava Jato. Dificilmente algum procurador será contra investigações. O momento é propício, contudo, a uma mudança de rumo. Apenas uma determinação inabalável poderá manter o mesmo ímpeto – algo difícil ler na atitude dela antes de assumir o cargo.

A esta altura, há pouca esperança para quem já foi condenado, como o próprio Dirceu, Palocci, Cunha ou mesmo Lula. Mas crescem as chances de que os próximos alvos da Lava Jato se safem. A começar por Temer – e também Renan, Jucá, Aécio, Serra e vários outros.

Um golpe decisivo contra a Lava Jato poderá ser aplicado neste semestre em decisões do STF e novas leis aprovadas pelo Congresso. Isso mudaria substancialmente o quadro eleitoral em 2018. A população parece ter perdido o ânimo de ir às ruas protestar. A Lava Jato poderá reservar ao Brasil, portanto, uma frustração em tudo similar à provocada pela Operação Mãos Limpas na Itália



Queda de edifício deixa mais de 10 mortos na Índia

 Bombeiros trabalham no resgate de vítimas de desabamento de prédio no subúrbio de Mumbai (Foto: REUTERS/Danish Siddiqui)

Um edifício desabou nesta terça-feira (25) na cidade de Mumbai, no oeste da Índia, deixando pelo menos 12 pessoas mortas. Equipes de resgate seguem trabalhando no resgate de dezenas de moradores que possivelmente estão presos sob os escombros.
O chefe do corpo de bombeiros de Mumbai, P.S. Rahangdale, disse à Agência Efe que 12 corpos foram retirados dos escombros do edifício até o momento, seis deles de mulheres, enquanto outras 14 pessoas foram hospitalizadas.
As autoridades suspeitam que entre 30 e 40 pessoas podem estar presas sob os escombros. No subsolo do edifício que desabou funcionava uma creche, que estava vazia por causa de uma reforma.
No local do acidente, nos arredores da cidade, há 14 caminhões dos bombeiros, sete ambulâncias e duas caminhonetes de resgate, acrescentou a fonte, que informou que dois integrantes dos serviços de resgate ficaram feridos e estão hospitalizados.
Os desmoronamentos de edifícios são frequentes na Índia devido ao precário estado das infraestruturas e pela falta de manutenção, fatores que são alimentados pela corrupção e práticas ilegais que são amplamente difundidas no setor da construção.
Em agosto do ano passado, mais de 20 pessoas morreram na queda de uma ponte também no estado de Maharashtra, do qual Mumbai é a capital, durante as enormes inundações que atingiram a região. 


 Bandeira vermelha deve voltar para a tarifa em agosto


Luis Ushirobira/Valor
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